Para que serve o Futuro?

MISSÃO:
esperança + ação + comunidades = rumo aos futuros


Pensamos no futuro diariamente, no entanto, vêmo-lo como uma força incontrolável sobre a qual não temos poder de ação. Falar em usar o Futuro pode parecer inusitado, longínquo para não dizer até estranho, não é algo que faça parte de uma agenda "séria" quotidiana, para além da meteorologia ou do horóscopo, não é verdade? Pelo menos, será esta a percepção da maioria das pessoas. A boa notícia é que não é exatamente assim: pode e deve ser ativado o futuro em benefício do presente e existem sistemas de mapeamento das forças motrizes, que são muito claras e que oferecem respostas surpreendentemente objetivas.

Se aceitamos frases célebres como a de Peter Drucker, Pai da Administração Contemporânea que dizia: "a melhor forma de controlar o futuro, é criá-lo", então, estamos naturalmente capacitados para começar o processo! Imagine-se a traçar uma linha contínua entre as intenções do presente e os futuros que prefere potenciar, como se planeasse uma viagem determinando o ponto de partida e o ponto de chegada, adaptando a rota ao trajeto específico que vai empreender, ao seu veículo e aos seus passageiros. Só nesta ação, já está a trabalhar futuros.

A nossa missão consiste em facilitar experiências de acesso e de resolução, através de ações de formação e de co-aprendizagem ao alcance de todos. Fornecemos insight de tendências adaptadas a cada setor, acesso a uma equipa de especialistas em inovação, modelos atualizados e uma tutoria adaptada às suas necessidades e estilo de comunicação.

Os únicos requisitos são ser curioso e não cruzar os braços!

"A melhor forma de prever o futuro é criá-lo.""
_ Peter Drucker

Se algum dia existiu um tempo
de repensar como usar o futuro,
esse tempo é agora!

Compreender os futuros é a capacidade de imaginar diferentes futuros para diferentes objetivos e em diferentes contextos. A Literacia em futuros expande a imaginação e ajuda-nos a identificar suposições "precipitadas" pelos nossos vícios críticos e criativos. Em suma, este modelo de pensamento-ação ajuda á compreensão da complexidade dos nossos tempos, a tirar partido das mudanças em prol da inovação, da espontaneidade e da emergência criativa.

O domínio do tempo sempre foi para o homem algo de misterioso e de fascinante, como também necessário. A um nível muito primário, a capacidade de antecipação está intimamente relacionada com a sobrevivência. Saber anticipar sinais dos tempos, sempre representou uma garantia de avanço estratégico e um acelerador de sucesso.
Historicamente, existiram 5 vagas de futuros, (conforme descreve a Futurista, Wendy L. Schultz): a 1ª, baseada na tradição oral, era protagonizada por místicos que interpretariam sinais divinos; a 2ª, teve lugar no início da transmissão do conhecimento pela escrita, quando no início da Idade Média, Historiadores mais sagazes começaram a identificar padrões e ciclos que tendiam a repetir-se pelos tempos. A 3º vaga, corresponde ao periodo do Iluminismo, quando nasce a ideia do progresso pela ciência; na 4º vaga surge a disciplina dos Estudos Futuros, que tem por missão primeira identificar possíveis conflitos militares, através de sistemas relativamente sofisticados. Por fim, a 5º vaga, a qual presenciamos, surge para atender a complexidade e a emergência da atualidade.

Apoiada pela criação dos SDGs em 2015 (UN GOALS FOR SUSTAINABLE DEVELOPMENT), a ideia dos futuros sustentáveis ganhou uma visibilidade pública ímpar, gerando uma onda de transformação positiva adoptada tanto por instituições públicas como privadas. Partilhamos links de algumas instituições humanitárias de grande impacto que lideram o movimento. Neste momento, os objetivos estão traçados até 2030. Mais informação oficial [aqui].(https://www.un.org/sustainabledevelopment/sustainable-development-goals/)
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Sofia Dias © 2021